RENATA
VILHENA RECEBE SINDPÚBLICOS – MG
Reunião tratou de pauta específica do Sindicato, e teve ainda a participação da Subsecretária de Gestão, Fernanda Neves.
O Sindicato cobrou do governo o concurso para os administrativos do socioeducativo, que hoje sofrem com as contratações no setor, o que faz com que o trabalho com o menor infrator seja prejudicado. Dra Renata disse que o pedido já está sendo analisado pela Câmara de Gestão, que não costumas barrar concursos que sejam para substituição de contratados.
Débora Calais, analista do sistema socioeducativo, colocou para a Secretária todas as mazelas pelas quais esses servidores passam no seu dia a dia, como assédio moral, péssimas condições de trabalho, etc. Cláudio Utsch, Geraldo Henrique e Adeilton Rocha, Diretores do SINDPÚBLICOS – MG, endossaram sua fala, colocando ainda o risco de rebeliões nos centros de detenção. Dra Renata ouviu atentamente e disse que foi bom ouvir as denúncias ali colocadas, pois isso pode influenciar positivamente a decisão da Câmara na realização do concurso.
Eduardo Sérgio, analista
educacional e diretor do SINDPÚBLICOS – MG apresentou a Dra Renata as
reivindicações dos administrativos da Secretaria de Educação. Eduardo
enfatizou que as negociações com a SEE estão lentas, e ano que vem poderá
haver greve no setor, tamanha a insatisfação.
A Secretária pediu que propostas fossem apresentadas à SEPLAG para que juntos possam chegar a um acordo, como o 5º nível para a carreira de analista, ou até mesmo a diminuição de interstício para a promoção dos servidores novatos, que terminaram o estágio probatório.
Geraldo Henrique solicitou que haja uma reunião entre Dra Renata Vilhena, secretária da SEPLAG e Dra Ana Lúcia Gazzolla, Secretária da SEE e SINDPÚBLICOS – MG para tentar chegar a um acordo, antes que a greve estoure. Dra Renata disse que assim que houver alguns estudos em cima das reivindicações, essa reunião será marcada.
Miriam Regina, conselheira do Conselho de Administração de Pessoal (CAP), representante dos Servidores, denunciou ao governo a forma desrespeitosa com que as reuniões do Conselho vêm sendo conduzidas. A intenção da denúncia é fazer com que o CAP funcione efetivamente em benefício do servidor, e não em interesses próprios de uma minoria. A denúncia entregue será avaliada, e um retorno será dado aos conselheiros, que lutam pela celeridade dos processos e respeito aos servidores.